quinta-feira, 30 de julho de 2015

No meu copo 469 - Quinta de Cidrô, Sauvignon Blanc 2014

Os novos vinhos da Real Companhia Velha, que já tivemos oportunidade de conhecer noutras provas, vão começando a ganhar notoriedade entre os apreciadores. As marcas debaixo das quais a empresa posicionou a sua gama, que tem vindo a ser reformulada (Quinta dos Aciprestes, Quinta de Cidrô e, mais recentemente, Quinta das Carvalhas), têm obedecido a uma filosofia que distingue cada uma num segmento de mercado.

A Quinta das Carvalhas destina-se aos topos de gama, a Quinta dos Aciprestes à gama média e média-alta e a Quinta de Cidrô incide essencialmente nos vinhos monocasta. E é dentro destes que encontramos uma panóplia de produtos que têm surpreendido, desde as castas portuguesas mais clássicas às castas estrangeiras menos populares. Assim, tanto encontramos um tinto de Touriga Nacional como de Rufete ou Pinot Noir, e nos brancos tanto encontramos Arinto como Sauvignon Blanc, Sémillon ou Gerwürztraminer.

A prova que agora se refere teve como objecto o Sauvignon Blanc 2014, considerado pela empresa como uma das melhores colheitas desta casta, senão mesmo a melhor de sempre. Tive oportunidade de provar este vinho por mais de uma vez nos últimos meses, e as primeiras impressões confirmaram-se: trata-se dum branco de elevada estirpe, com excelente aroma frutado e intenso, com predominância de notas vegetais e algum floral. Na boca sobressai fruta branca e tropical, destacando-se a frescura e elegância da prova, com um final suave e prolongado. Um vinho apetitoso de que apetece sempre beber mais um trago... ou mais um copo.

Não é dos mais baratos... mas a qualidade que apresenta justifica bem o que se paga por ele. Desde a colheita de 2005, que tínhamos provado em 2007, muita coisa mudou no panorama dos brancos nacionais e na nossa própria apreciação dos mesmos. Depois da rejeição anterior, este entrou directamente para a galeria das nossas escolhas, e passa a ser presença obrigatória na garrafeira. De preferência com várias garrafas...

Kroniketas, enófilo esclarecido

Vinho: Quinta de Cidrô, Sauvignon Blanc 2014 (B)
Região: Douro
Produtor: Real Companhia Velha
Grau alcoólico: 13,5%
Casta: Sauvignon Blanc
Preço em hipermercado: 10,09 €
Nota (0 a 10): 8,5

domingo, 26 de julho de 2015

No meu copo 468 - Monsaraz Millennium 2014

De repente, e de onde menos se esperava, a surpresa desagradável...

Quem se der ao trabalho de nos ler sabe que temos sido pródigos em elogios aos vinhos da CARMIM ao longo dos anos, tendo mesmo feito do Garrafeira dos Sócios um dos nossos vinhos de eleição e presença obrigatória nas nossas garrafeiras.

O Reguengos Reserva tinto também tem merecido frequente destaque, assim como os monocasta, sempre que a ocasião se proporciona.

Há algumas semanas vi numa prateleira um Monsaraz Millennium, com 3 € de desconto sobre o PVP de base, 5,99 €. Pensei que era de aproveitar. Só tinha provado este vinho uma vez, há cerca de 4 anos, e não me lembrava bem dele, porque foi numas férias de Verão e não houve tempo para grandes registos, nem por escrito nem de memória. Mas tinha-me agradado.

Desta vez, aberta a garrafa, fiquei estarrecido: quase não conseguia acreditar naquilo que estava a provar. O que vou escrever em seguida não é de ânimo leve nem com qualquer prazer. Aliás, tive oportunidade de enviar desde logo um e-mail para o produtor, a dar conta das minhas impressões acerca do vinho (não recebi, até ao momento, qualquer resposta), e só passado mais de um mês resolvi publicar este post.

A verdade é que, para grande espanto dos presentes (não estava sozinho na ocasião), aquele vinho parecia acabado de sair dum garrafão! Parece estar inacabado, cheira e sabe a vinho de taberna. Nada ali está como deve estar. Mantive-o aberto durante vários dias (pois se não conseguia bebê-lo...), na esperança de ver como evoluía, e fiquei sem perceber como é que se põe um vinho no mercado naquelas condições. Pior, como é que o PVP é de 5,99 €, se nem para criado do Reguengos Reserva serve...

Diz o contra-rótulo que é um vinho feito para as novas gerações... Mas é com este produto que querem ensinar as novas gerações a gostar de vinho? É que assim vamos por muito mau caminho.

Quero acreditar que poderá ter sido apenas um descuido, uma escolha resultante dum momento menos feliz. Mas cuidado, porque é assim que se destrói o prestígio duma marca em dois tempos. Se eu não conhecesse tão bem e há tanto tempo os vinhos da CARMIM e tivesse começado por este, provavelmente não compraria mais nenhum.

Final da história: como o vinho se mostrou quase imbebível, acabou por ir sendo consumido aos poucos ao longo de vários dias, conservado no frigorífico e com rolha de vácuo. Passados uns cinco dias, afinal, já se mostrou mais bebível e pareceu ter ali algo para contar. O cheiro a taberna desapareceu, apresentou alguma estrutura e alguns aromas frutados (poucos...). Mas se for aquilo que se pretende, como é que se resolve a questão? Põem um aviso no rótulo a dizer “abra a garrafa e deixe-a ficar cinco dias aberta no frigorífico”???

Kroniketas, enófilo desiludido

Vinho: Monsaraz Millennium 2014 (T)
Região: Alenmtejo (Reguengos)
Produtor: CARMIM - Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz
Grau alcoólico: 14,5%
Castas: Trincadeira, Alicante Bouschet, Syrah
Preço em supermercado: 5,99 €
Nota (0 a 10): 3

quarta-feira, 22 de julho de 2015

No meu copo 467 - Vinha Grande 2012

Mais um clássico nas nossas provas. Ainda há colheitas de 2009 e 2010 lá em casa, mas por vezes as circunstâncias levam-nos ao encontro de colheitas mais recentes, embora eu prefira deixá-las esperar...

Depois da prova da colheita de 2011 no jantar da última passagem de ano, agora cruzei-me com a colheita de 2012. As impressões recolhidas não diferiram muito. Aliás, quase se poderia copiar na íntegra o que foi dito anteriormente.

O perfil do vinho mantém-se, consistente e estável, sem surpresas e sem defraudar as expectativas. Destaque para o aroma a frutos vermelhos maduros, a par com algum floral e algum balsâmico.

Na boca a madeira é muito discreta e os taninos arredondados, com um fundo a especiarias. Final vivo e intenso mas suave.

Mais macio que o de 2011, não deixa de ganhar com a abertura da garrafa algum tempo antes do consumo. E ganhará, certamente, com mais algum tempo de garrafa.

Kroniketas, enófilo esclarecido

Vinho: Vinha Grande 2012 (T)
Região: Douro
Produtor: Casa Ferreirinha - Sogrape
Grau alcoólico: 13,5%
Castas: Touriga Franca, Tinta Roriz, Touriga Nacional, Tinta Barroca
Preço em feira de vinhos: 8,45 €
Nota (0 a 10): 8

sábado, 18 de julho de 2015

Hello Summer Wine Party no Hotel Marriott

    

Decorreu no passado dia 25 de Junho nos jardins do Hotel Marriott, em Lisboa, uma prova de vinhos dedicada à celebração da chegada do Verão, organizada pela revista “Paixão pelo vinho”.

O evento contou com a presença de cerca de 30 produtores de várias regiões do país, e juntou cerca de 1000 visitantes. Foi uma oportunidade para passar um fim de tarde ao ar livre na companhia de algumas caras conhecidas, de alguns vinhos conhecidos e outros não. O tempo quente convidava mais à frescura, pelo que provei sobretudo brancos e espumantes, e menos rosés (disponíveis em quantidade escassa) e tintos.

Espalhadas pelo jardim e junto à piscina estavam as mesas com os vinhos dos diversos produtores, pelo que fui andando por ali sem percurso pré-estabelecido. Primeiro fiz uma volta de reconhecimento para saber quem estava onde, e em seguida fui provando aqui e ali de forma mais ou menos aleatória.

Comecei no Altano branco e tinto, da Symington, detive-me um pouco mais na mesa da Dão Sul, onde estavam à disposição vinhos da Quinta de Cabriz, da Quinta do Encontro e da Herdade do Monte da Cal. Pude comprovar a qualidade dos espumantes e dos brancos de Encruzado.

Reencontrei os vinhos do Monte da Serenada, que tinha conhecido no último Outono no Mercado de Vinhos do Campo Pequeno, e de lá trouxe um branco Edição Especial e um tinto Cepas Cinquentenárias para casa. Passei pela Roquevale para provar um tinto Reserva, provei uns brancos na Quinta de S. Sebastião, um dos produtores emergentes na região de Lisboa, e parei para fazer uma ronda pelo portefólio da Quinta do Gradil, onde estava uma nova marca de entrada de gama, o Castelo do Sulco.

Provei um novo rosé da Casa Cadaval e detive-me um pouco nos verdes da Quinta da Covela, da Quinta da Lixa e da Quinta da Calçada. Dado o calor que se fazia sentir não apetecia muito provar tintos, mas antes refrescar a boca com brancos, quase ao estilo de refresco.

Em seguida ainda se ia realizar um jantar com harmonizações com os vinhos Lua Cheia em Vinhas Velhas, e como não estava inscrito no mesmo e entretanto a noite caía, estava na hora de regressar. Não refiro nenhum dos vinhos provados em especial, porque a oferta era muita e o tempo disponível escasso.

Vale a pena destacar a iniciativa e o bom ambiente e a animação sentida naquele espaço, de facto muito bem escolhido para a ocasião. De facto, o mais importante ali foi o convívio com alguns velhos e outros novos conhecidos e um brinde à chegada do Verão, com uma nova geração de vinhos brancos em destaque, a reposicionar o vinho branco noutro patamar de consumo. Uma certeza evidente é que os brancos portugueses estão cada vez melhores e cada vez há mais escolha de qualidade. É bom para o mercado e para o consumidor. Todos saímos a ganhar.

O meu agradecimento à organização pelo convite e pela oportunidade proporcionada para estar presente neste evento.

Até uma próxima oportunidade.

Kroniketas, enófilo em modo de Verão

terça-feira, 14 de julho de 2015

No meu copo 466 - Quinta de Saes 2012

Procurar um tinto do Dão num hipermercado não é tarefa fácil. A oferta é quase sempre escassa, tanto em quantidade como em variedade. Tal e qual como acontece com a Bairrada. Ou se escolhe um vinho de entrada de gama ou se escolhe uma das marcas bem implantadas no mercado e que por isso se encontram em todo o lado (Casa de Santar, Cabriz, Quinta dos Carvalhais e pouco mais). Quando se quer fugir daqui pode ser quase como encontrar agulha em palheiro...

Numa das minhas deambulações lá encontrei algo ligeiramente diferente. Um Quinta de Saes, de Álvaro Castro. Como existem diversas variantes nas marcas deste produtor, resolvi experimentar.

Não é um vinho espectacular, nem que nos encante logo à partida. Apresenta-se aberto, frutado, com aromas a fruta vermelha madura. Fermenta em inox, a temperatura controlada, seguindo-se 9 meses de estágio em barricas de carvalho francês de segundo ano. A madeira não se destaca no conjunto nem se impõe. O resultado é um vinho que se bebe com facilidade, principalmente pela sua macieza.

Haverá outros melhores saindo das Quintas de Saes e da Pellada, mas este não desprestigia. Em todo o caso, talvez o preço esteja um pouco elevado, em comparação, por exemplo, com o tinto que ostenta o nome do produtor, que é claramente “mais vinho” que este.

Kroniketas, enófilo esclarecido

Vinho: Quinta de Saes 2012 (T)
Região: Dão
Produtor: Álvaro Castro - Quinta da Pellada
Grau alcoólico: 13%
Castas: Touriga Nacional, Jaen, Tinta Roriz
Preço em hipermercado: 5,99 €
Nota (0 a 10): 7

sexta-feira, 10 de julho de 2015

No meu copo 465 - Poliphonia Reserva 2012

Num regresso ao restaurante Salsa & Coentros cerca de um ano depois, em que repeti o arroz de perdiz e a encharcada, o vinho escolhido para acompanhar a refeição, em que os outros comensais optaram por um prato de bacalhau e um de polvo, foi o Poliphonia Reserva, que tinha estreado nestas lides com a colheita de 2007.

Relativamente à composição do vinho, saíram as castas Trincadeira e Cabernet Sauvignon, mantendo-se as três restantes indicadas na ficha. Mais que pelas castas, talvez pela idade do vinho, esta versão mostrou-se mais robusta que a anterior. Aroma a fruto maduro muito intenso, bastante concentrado e com uma estrutura firme na boca e final longo, sem estar excessivamente marcado pela madeira (fez a fermentação maloláctica em balseiros de carvalho francês e estágio de 12 meses em tonéis e barricas de carvalho Alliet), apareceu como capaz de ombrear com pratos intensos de carne.

Não apresentou aquela elegância discreta que encontrámos na colheita de 2007, antes aparecendo com um perfil dentro das tendências mais recentes, marcado sobretudo por uma concentração e um grau alcoólico elevados.

Não deslustra, embora eu preferisse o outro estilo. Talvez seja apenas uma questão de lhe dar tempo. No entanto continua a ser um produto com boa relação qualidade/preço, que vale a pena provar.

Kroniketas, enófilo esclarecido

Vinho: Poliphonia Reserva 2012 (T)
Região: Alentejo (Reguengos)
Produtor: Granacer
Grau alcoólico: 14,5%
Castas: Syrah, Aragonês, Alicante Bouschet
Preço em feira de vinhos: 8,99 €
Nota (0 a 10): 8

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Bairradão em Lisboa


    
  

Foi em Maio passado no Hotel Real Palácio, e com organização da garrafeira Néctar das Avenidas, à semelhança do que aconteceu há pouco mais de um ano (Março de 2014) com os vinhos das Caves São João (aqui, aqui e aqui), que se realizou o evento Dão e Bairrada em Lisboa, no qual se juntaram produtores daquelas duas regiões vinícolas com alguns dos seus melhores vinhos.

O evento contou com 3 fases: uma primeira de prova livre, denominada Special Time Wine, em que a partir das 17 horas em diferentes horários iam sendo disponibilizados aos visitantes diferentes tipos de vinhos – primeiro espumantes da Bairrada, em seguida Encruzados e Tourigas do Dão, Momentos Especiais com algumas das grandes marcas e finalmente os clássicos da Bairrada (ver a primeira imagem anexa); um jantar com vinhos da Bairrada a partir das 19:30; e um jantar com vinhos do Dão a partir das 21:30. Por questões essencialmente de horário, inscrevi-me no jantar da Bairrada, de modo a poder ir para casa mais cedo, tendo em conta de experiências anteriores o tempo que estes jantares costumam demorar. Quando os comensais abandonaram a sala já passava das 22 horas, enquanto os comensais para o jantar do Dão aguardavam...

Inútil seria tentar enumerar os vinhos provados e destacar alguns, tal era a panóplia disponível. Dirigi-me com especial atenção a alguns dos vinhos que não iriam estar disponíveis no jantar.

Quando finalmente pudemos tomar lugar à mesa, fomo-nos dirigindo aos petiscos disponíveis, em regime de jantar volante (ver ementa na segunda imagem). Nesta altura começaram a desfilar os vinhos do cartaz (ver terceira imagem). Uma autêntica maratona, muitos vinhos para provar, para corredores de fundo. Mesmo controlando o melhor possível as quantidades ingeridas, a certa altura torna-se difícil continuar a apreciar devidamente os vinhos que vão passando pelos copos e manter toda a lucidez...

De qualquer modo, sempre dá para se ir destacando vinhos como o espumante Quinta das Bágeiras Super Reserva, o Caves São Domingos bruto rosé, o Volúpia branco, o Encontro 1 tinto (o branco apresentou-se muito marcado pela madeira), o Vadio tinto, o Casa de Saima Reserva branco, o Frei João Reserva 85 em garrafa magnum e, claro, uma das grandes expectativas da noite, o já famoso Baga Confirmado 1991 da Adega Cooperativa de Cantanhede. Enfim, quase todos excelentes...

No final ainda houve direito a provar o Colheita Tardia Apartado 1 das Caves São João e a aguardente da Quinta das Bágeiras, mas nesta altura já não havia estômago nem palato...

Parabéns à garrafeira Néctar das Avenidas por mais esta organização e aos produtores presentes pelos vinhos apresentados. Obrigado também ao Hotel Real Palácio pelos excelentes acepipes colocados à disposição dos comensais.

Em jeito de balanço, talvez não se justifique um tão elevado número de vinhos em prova no jantar, porque acabamos por nos dispersar em torna-se difícil manter a lucidez. Compreende-se a intenção de alargar o portefólio disponível, mas a quantidade pode ser reduzida sem prejuízo da qualidade.

Até ao próximo evento.

Kroniketas, enófilo empanturrado

Nas fotos (da esquerda e de cima):
3ª foto - Mário Sérgio Nuno (Quinta das Bágeiras)
5ª foto - Osvaldo Amado (Adega Cooperativa de Cantanhede e Dão Sul)
6ª foto - Maria João (Adega Luís Pato)
7ª foto - Paulo Nunes (O Abrigo da Passarela e Casa de Saima)
8ª foto - Célia Alves (Caves São João)

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Dress Code: Pouca Roupa



Agora que o Verão já entrou em força e o período de férias se aproxima, é tempo de pôr em dia o relato de alguns eventos por onde tenho passado. Já passaram algumas semanas, ou mesmo meses, mas nem sempre há tempo e disponibilidade para elaborar um texto minimamente aceitável para falar destes eventos, que exigem mais tempo do que a prova duma garrafa de vinho...

Comecemos pelo princípio, e vamos recuar até Março. Acedendo a um convite da João Portugal Ramos Vinhos, desloquei-me ao lançamento de uma nova marca de vinho alentejano do produtor e enólogo sediado em Estremoz. Trata-se dum vinho destinado a um público mais jovem, que se posiciona num patamar da gama média-baixa, a preços acessíveis (preço de venda recomendado 3,99 €) e com um perfil descomplicado. E assim, juntando-lhe o nome do monte onde está implantada a vinha que fornece as uvas para este vinho, surge o nome para a marca: Pouca Roupa. São os primeiros vinhos em que intervém enólogo o filho de João Portugal Ramos, João Maria.

Esta gama é composta por um branco, um rosé e um tinto, e foi estes três vinhos que os convidados tiveram oportunidade de provar. Gostei mais do branco, que se apresentou com uma frescura bastante interessante e fácil de beber, a que não será alheia a escolha das castas: utilizadas: Viosinho, Sauvignon Blanc e Verdelho.

O rosé é composto por Touriga Nacional, Aragonês e Cabernet Sauvignon, enquanto o tinto contém Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Alfrocheiro. Estes pareceram ser vinhos mais simples, mas aguardam por uma segunda prova com mais atenção.

Agradecemos à João Portugal Ramos Vinhos mais este convite e continuaremos atentos às novidades.

Kroniketas, enófilo esclarecido