terça-feira, 30 de setembro de 2014

No meu copo 406 - Douro Borges Reserva 2005; Douro Borges Reserva 2008

Na mesma ocasião da abertura do Cedro do Noval, referido no post anterior, abrimos também um Borges Reserva 2005. Ambos adquiridos em 2009, tínhamos todas as razões para supor que aguentaria bem a prova do tempo, e depois da prova do Noval ainda mais. Normalmente os vinhos da Borges não nos desiludem (as provas mais recentes de alguns do Dão confirmam-no) e os vinhos do Douro habitualmente envelhecem bem.

No entanto, para nossa surpresa, esta garrafa acabou por decepcionar. A primeira impressão, a visual, mostrou um vinho de cor rubi carregada, não denotando demasiada evolução, o que acabou por não se confirmar no nariz, onde apresentou desde logo sinais de aroma algo cansado. Na prova de boca, mesmo depois de decantado e arejado durante algum tempo, mostrou-se concentrado, estruturado e volumoso, mas confirmou os sinais de ter passado o melhor ponto. Sinais de fruta nenhuns, evolução em demasia, sem frescura e com a acidez a ir-se embora.

Não estava propriamente imbebível, longe disso, mas em queda acentuada, ou então apenas a atravessar um patamar de evolução menos favorável, pois como foi dito atrás a cor não indiciava evolução excessiva.

Foi pena, porque a expectativa era elevada, aliás na justa medida do preço.

Depois desta tivemos oportunidade de voltar à carga com o Reserva de 2008, que estava em bastante melhor estado. Apresentou-se macio e redondo, não muito exuberante de aroma, com algumas notas discretas de frutos pretos e ligeira tosta da madeira. Na boca apresentou persistência média e final algo discreto.

Esperava-se talvez um pouco mais de complexidade e exuberância aromática, e embora não sendo uma decepção como a garrafa de 2005, também não encantou.

Kroniketas, enófilo esclarecido

Região: Douro
Produtor: Sociedade dos Vinhos Borges

Vinho: Borges Reserva 2005 (T)
Grau alcoólico: 14,5%
Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca
Preço: 11,60 €
Nota (0 a 10): 6

Vinho: Borges Reserva 2008 (T)
Grau alcoólico: 14%
Castas: Tinta Roriz, Touriga Nacional, Sousão
Preço: 11,99 €
Nota (0 a 10): 7,5

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

No meu copo 405 - Cedro do Noval 2006

Em 8 anos de existência deste blog, só por uma vez tínhamos passado por um vinho da Quinta do Noval (na ocasião um Porto LBV), nome mítico por produzir aquele que é considerado um dos melhores vinhos do Porto de sempre, o Noval Nacional de 1963, cuja marca quando que sai para o mercado é sempre alvo de grande expectativa e colocado no topo entre os de topo.

Como vinhos de mesa, este Cedro do Noval foi uma estreia absoluta à nossa mesa. Adquirido há cerca de 5 anos, foi mais um que ficou à espera de oportunidade para ser bebido. Este está na gama abaixo da marca que ostenta o nome da casa, e mesmo assim não é barato. Mas valeu o preço que custou. Como curiosidade, registe-se o facto de em termos de denominação de origem não ser um DOC Douro, mas sim Regional Duriense porque às tradicionais Tourigas e ao Tinto Cão se juntou também a Syrah, uma raridade por aqui! Não sei mesmo se não será caso único de utilização desta casta na região, pois é muito mais vista nas paragens a sul do Mondego.

Austero e fechado no início, desde logo mostrou um excelente aroma mas muito contido. Na cor apresentou-se mais para o rubi que para o granada, mais brilhante e aberto que concentrado. Decidimos não o decantar, e esperar pela evolução nos copos. Esperámos e fomos bebericando enquanto o resto evoluía na garrafa.

Cerca de 15 minutos depois era já outro vinho: intenso de aroma e persistente, fruta madura vermelha a libertar-se. Fazendo rodar o vinho no copo soltava-se um bouquet profundo, que nos fazia aspirar mais o vinho do que bebê-lo.

Na boca, taninos de seda, encorpado e persistente mais muito macio, com final vigoroso mas elegante, tudo muito harmonioso. Foi tão apreciado que o tuguinho sentenciou desde logo: “este é para repor”. Sem dúvida: mais dia, menos dia, fá-lo-emos.

Kroniketas, enófilo esclarecido

Vinho: Cedro do Noval 2006 (T)
Região: Douro
Produtor: Quinta do Noval
Grau alcoólico: 13,5 %
Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinto Cão, Syrah
Preço: 17,30 €
Nota (0 a 10): 8,5

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

No meu copo 404 - Tapada da Torre 2007

Para finalizar esta pequena passagem pelos vinhos algarvios, um tinto da zona de Alvor, proveniente do mesmo produtor que o Alvor Singular, que já aqui provámos mais de uma vez.

Esta garrafa foi adquirida pelo Politikos há uns anos, precisamente numa garrafeira de Alvor. Ficou à espera de oportunidade para ser bebida, mas esta foi passando, até que decidimos que era hora de abri-la. E surpreendeu pela positiva.

Dos vinhos algarvios que tenho vindo a provar, normalmente os brancos agradam mais que os tintos, pois apresentam uma frescura e uma acidez agradáveis, enquanto alguns tintos se mostram algo doces, tornando-se enjoativos. Não foi o caso deste. Nem a passagem do tempo de lhe fez mossa, pelo contrário.

Apresentou-se com boa cor, rubi algo carregado, de boa saúde no nariz, com aroma intenso a frutos vermelhos, algum floral e um ligeiro toque a especiarias, com um conjunto muito vivo na boca. Foi estagiado em meias-pipas de carvalho, apresentando-se bem estruturado e com boa persistência.

Agradou à totalidade dos provadores, pelo que não nos importaremos de repetir.

Kroniketas, enófilo esclarecido

Vinho: Tapada da Torre 2007 (T)
Região: Algarve (Portimão)
Produtor: Quinta do Morgado da Torre
Grau alcoólico: 13,6%
Castas: Trincadeira, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Syrah
Preço: 12,50 €
Nota (0 a 10): 7,5

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

No meu copo 403 - Porches branco 2012; Quinta da Penina branco 2012 (2ª vez)

Um ano depois da apreciação aqui feita pelo Politikos acerca destes dois vinhos, é a minha vez de apreciá-los. A crónica então publicada despertou-me a curiosidade e quando tive oportunidade adquiri estes dois vinhos na zona, tendo-os provado durante este Verão. E a minha impressão acerca dos mesmos é melhor que a do Politikos.

O Porches branco 2012 apresentou-se fresco, frutado e elegante, com boa acidez, seco, persistente e com alguma complexidade na boca. Apropriado para pratos leves e de Verão.

Quanto ao Quinta da Penina 2012 mostrou-se mais longo e aromático, muito marcado pelo aroma de frutos brancos, com bom volume de boca, com grande acidez a dar-lhe uma frescura excelente. Perfeito para entradas, peixes ou mariscos. No caso vertente, foi apreciado duas vezes, sendo que numa delas casou na perfeição com uns berbigões.

Fiquei, assim, convencido que temos aqui dois bons brancos algarvios, ideais para consumir durante as férias ou para comprar e trazer para o resto do ano. No caso do Quinta da Penina, merece constar na nossa lista de sugestões.

O Algarve começa a dar algumas cartas a nível de brancos.

Kroniketas, enófilo esclarecido

Região: Algarve (Lagoa)

Vinho: Porches 2012 (B)
Produtor: Única - Adega Cooperativa do Algarve
Grau alcoólico: 12,5%
Castas: Crato Branco, Boal Branco e Manteúdo
Preço em hipermercado: 3,15€
Nota (0 a 10): 7,5

Vinho: Quinta da Penina 2012 (B)
Produtor: Quinta da Penina
Grau alcoólico: 12,5%
Castas: Crato Branco/Síria (90%), Arinto (10%)
Preço em hipermercado: 3,95 €
Nota (0 a 10): 8

domingo, 14 de setembro de 2014

No meu copo, na minha mesa 402 - Quinta dos Lopes 2008; Restaurante O Galeão (Lagos)

 

Já aqui tive oportunidade de falar deste restaurante, que frequento com alguma regularidade há quase 30 anos. Qualquer permanência no Algarve, mesmo que por poucos dias, em que se proporcione uma oportunidade de deslocação para Lagos, é sempre um bom pretexto para revisitar o Galeão. É um dos restaurantes que não aparecem nos roteiros turísticos (se formos ver bem, aparecem quase sempre os mesmos e muitas vezes quando lá vamos acabamos por não perceber porquê...), mas que não fica nada a dever em qualidade e em relação qualidade/preço a muitos outros muito mais badalados.

Não me vou alongar em considerandos sobre a refeição propriamente dita, pois os pressupostos enunciados aqui mantêm-se inalterados. O que vale a pena mencionar mais em detalhe, desta vez, é o vinho que foi escolhido.

Sabe-se como a produção de vinhos no Algarve andou quase desaparecida, ou pelo menos despercebida, durante muitos e muitos anos. Ouvia-se falar vagamente dos vinhos de Lagoa e pouco mais. Depois veio Sir Cliff Richard para a zona de Alcantarilha e começou a produzir alguns vinhos na sua Adega do Cantor, primeiro apenas com a marca Onda Nova, que ajudou a recolocar o nome do Algarve no mapa vitivinícola do país. Essa “onda nova” foi aproveitada por vários outros produtores, que foram surgindo (ou nalguns casos ressurgindo) aqui e ali, do Barlavento ao Sotavento, mas com maior concentração numa faixa compreendida entre Lagos e Albufeira. A pouco e pouco, os vinhos algarvios começaram a aparecer no mercado (principalmente, e ainda, nas lojas algarvias, mas paulatinamente começando a migrar para norte), e algumas marcas para além das do famoso cantor inglês começaram a ser conhecidas. Alguns projectos de enoturismo também foram aparecendo. E eis que nos vem parar à mesa, neste restaurante de Lagos, um vinho produzido na sub-região... de Lagos. Então vamos experimentá-lo!

Este Quinta dos Lopes, que acompanhou o delicioso “entrecôte café-Paris”, foi uma boa surpresa. Perscrutei a minha memória a tentar lembrar-me se já tinha provado algum vinho de Lagos, mas não encontrei nada... Que dizer deste vinho, produzido em regime de agricultura biológica apenas com Castelão, uma casta que é rainha na Península de Setúbal mas um pouco mal-amada por outras paragens?

A primeira impressão a reter é que gostei. Apresentou-se com uma boa estrutura na boca, ao mesmo tempo macio e algo aveludado, um certo caramelizado e aroma balsâmico, equilibrado no seu todo, final de persistência média a longa. O preço no restaurante não era exagerado, pelo que se presume que no mercado não deverá ultrapassar os 4 a 6 €.

Parece ser um vinho de nicho de mercado, com pouca produção, mas pelo perfil apresentado pode fazer o seu caminho. Se voltar a encontrá-lo, não lhe virarei a cara.

Kroniketas, enófilo esclarecido

Vinho: Quinta dos Lopes 2008 (T)
Região: Algarve (Lagos)
Produtor: J. Lopes - Quinta dos Lopes
Grau alcoólico: 13%
Casta: Castelão
Preço no restaurante: 9 €
Nota (0 a 10): 8

Restaurante: O Galeão
Rua da Laranjeira, 1
7600-697 Lagos
Tel: 282.763.909
Preço médio por refeição: 25 €
Nota (0 a 10): 4,5


Nota: actualização de Agosto de 2016
Este restaurante mudou de gerência, sendo agora um espaço de comida italiana. Ao fim de mais de 30 anos a frequentá-lo, o "velho" Galeão acabou.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

No meu copo 401 - Caves São João Lote Especial 2010; Quinta do Poço do Lobo Reserva, Cabernet Sauvignon 2003

Começamos a quinta centena de posts dedicados às provas voltando à Bairrada para mais uma incursão aos vinhos das Caves São João: um recente e um clássico.

O Lote Especial apareceu pela primeira vez no mercado com esta colheita de 2010, que tive oportunidade de adquirir pela primeira vez numa promoção no Continente. É o que se poderia chamar um Bairrada dos novos tempos, incorporando novas castas (como a Syrah) onde se tenta estabelecer um misto entre o classicismo da Bairrada, com os vinhos pujantes e taninosos, e as novas tendências, com outra frescura e algum floral e muito focado na fruta.

Nesta colheita de 2010, com as castas utilizadas nas percentagens indicadas na ficha do vinho, obteve-se um vinho de cor rubi mas muito opaco, encorpado, robusto e estruturado, persistente e com final longo. Na boca apresenta algum compotado e um ligeiro fundo a especiarias, e no aroma alguma predominância a frutos vermelhos e do bosque. Não deixa, no entanto, de ser um vinho desafiante para os verdadeiros apreciadores da Bairrada, a pedir pratos de carne bem temperados que se batam com vinhos robustos, pois a marca clássica da robustez e alguma adstringência está lá, com os taninos presentes embora sem excessos, sem que a madeira de carvalho, em que estagiou 12 meses, se destaque no conjunto. Embora seguindo uma linha de modernidade, não deixa contudo de ser um vinho que justifica o slogan “vinhos clássicos” que ostenta no rótulo. Boa relação qualidade/preço.

Quanto ao Quinta do Poço do Lobo Cabernet Sauvignon 2003, este sim uma das marcas clássicas da casa e que conhecemos há muitos anos, tínhamos provado um exemplar da colheita de 2004 há algum tempo.

Na altura pareceu-nos que aquela garrafa estava num ponto de evolução pouco favorável, com aromas pouco exuberantes, talvez a precisar de tempo para crescer. Passado cerca de meio ano, este exemplar de 2003 apresentou outra pujança e aromas mais marcados a frutos maduros. Um leve fundo de especiarias com um ligeira tosta da madeira (onde estagiou 12 meses) marca um fim de boca de persistência média.

Dos famosos pimentos verdes, que são típicos da casta e que por vezes marcam os vinhos em demasia quando esta não é bem tratada ou não amadurece o suficiente, nem o mais leve sinal, para o que também terá contribuído, certamente, a idade com que o vinho já vem para o mercado. Ao fim e ao cabo, mostrou mais ou menos o perfil habitual e, feito o balanço, não encantou mas também não desiludiu. Continua a ser um clássico que vale a pena conhecer.

Kroniketas, enófilo esclarecido

Região: Bairrada
Produtor: Caves São João

Vinho: Caves São João Lote Especial 2010 (T)
Grau alcoólico: 14%
Castas: Baga (20%), Touriga Nacional (30%), Syrah (40%), Cabernet Sauvignon (10%)
Preço em feira de vinhos: 6,99 €
Nota (0 a 10): 8

Vinho: Quinta do Poço do Lobo Reserva, Cabernet Sauvignon 2003 (T)
Grau alcoólico: 13,5%
Casta: Cabernet Sauvignon
Preço em feira de vinhos: 12,71 €
Nota (0 a 10): 8

domingo, 7 de setembro de 2014

400 provas - Resumo de vinhos

Foram estes os vinhos provados durante esta quarta centena de posts.


Vinhos do Porto

Quinta das Tecedeiras LBV 2008 - 8,5
Quinta das Tecedeiras Vintage 2007 - 9
Quinta de Ervamoira Vintage 2002 - 9
Ramos Pinto LBV 2000 - 8,5


Espumantes e champanhes

Casa Ermelinda Freitas Bruto - 7,5
Conde de Vimioso Extra-Bruto - 6
Côto de Mamoelas Bruto Reserva, Alvarinho 2007 - 8,5
Cuvée William Deutz Millésime 1999 - 9
Danúbio Bruto - 8
Deutz Brut 2006 - 10
Deutz Brut Classic - 8,5
Deutz rosé - 8
Encontro Bruto 2006 - 8
Encontro Bruto 2008 - 8
Esporão Bruto rosé 2008 - 8
G. H. Mumm Brut Cordon Rouge - 9
Luís Pato, Maria Gomes Bruto 2010 - 7,5


Rosé

Sem denominação
Mateus Emotions, Aragonês 2012 - 7

Douro
Quinta de Cidrô 2011 - 8
Vallado, Touriga Nacional 2011 - 8
Vallado, Touriga Nacional 2012 - 8

Dão
Cabriz 2011 - 6
Quinta de Saes 2011 - 7

Bairrada
Campolargo, Pinot Noir 2011 - 7,5
Frei João 2011 - 7,5

Tejo
Conde de Vimioso 2011 - 5
Fiúza, Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional 2011 - 5
Quinta da Alorna, Touriga Nacional 2011 - 8,5
Quinta da Lagoalva 2010 - 7,5

Península de Setúbal
Domingos Soares Franco Colecção Privada, Moscatel Roxo 2010 - 7,5

Algarve
Xelb 2009 - 7,5


Brancos

Verdes
Aveleda Colheita Selecionada, Alvarinho 2011 - 8
Borges, Alvarinho 2009 - 8,5
Deu La Deu, Alvarinho 2012 - 8
João Portugal Ramos, Alvarinho 2012 - 8,5
Quinta da Aveleda Colheita Selecionada, Loureiro e Alvarinho 2011 - 7
Soalheiro, Alvarinho 2011 - 8,5
Soalheiro, Alvarinho 2012 - 8,5

Douro
Aveleda 2011 - 7,5
Tons de Duorum 2013 - 6
Quinta de Cidrô Reserva, Chardonnay 2012 - 8,5
Tons de Duorum 2012 - 7,5
Topázio Reserva 2010 - 7,5
Vallado 2012 - 8
Vallado, Moscatel Galego 2011 - 8,5

Dão
Casa da Passarela, A Descoberta 2012 - 8
Duque de Viseu 2011 - 7,5
Paço dos Cunhas de Santar Vinha do Contador 2009 - 8,5
Porta dos Cavaleiros 2012 - 6
Quinta da Ponte Pedrinha 2010 - 7


Bairrada
Encontro 1 2011 - 8
Encontro, Bical 2011 - 7
Frei João 2012 - 6
Pai Abel Chumbado 2011 - 8,5
Volúpia 2010 - 7,5

Tejo
Conde de Vimioso Colheita Selecionada 2011 - 7,5
Fiúza 3 castas 2012 - 7,5
Fiúza, Sauvignon Blanc 2013 - 8
Padre Pedro 2012 - 6,5
Quinta da Alorna 2012 - 7


Lisboa
Consensus 2012 - 8
Quinta do Gradil, Arinto e Sauvignon Blanc 2011 - 7,5
Quinta do Gradil, Verdelho 2012 - 3
Tágide 2009 - 8

Bucelas
Prova Régia Premium 2012 - 8

Colares
Casal de Santa Maria Colheita Tardia 2010 - 8

Península de Setúbal
Adega de Pegões, Colheita Seleccionada 2011 - 7,5
Herdade da Comporta 2012 - 7

Alentejo
Esporão, Duas Castas 2010 - 8
Esporão, Duas Castas 2011 - 8
Loios 2013 - 6
Marquês de Borba 2011 - 7,5
Marquês de Borba 2012 - 7,5
Vila Santa Reserva 2011 - 8
Vinha de Saturno 2009 - 8,5

Algarve
Alvor Singular branco 2012 - 7,5
Cabrita branco 2012 - 7
Porches 2012 - 6,5
Quinta da Penina 2012 - 7,5


Tintos

Douro e Trás-os-Montes
Crasto Superior 2010 - 8,5
Duorum 2011 - 8,5
Gaivosa Primeiros Anos 2009 - 6
Herança Vinhas Velhas 2009 - 8
Ramos Pinto Collection 2005 - 8
Ramos Pinto Collection 2006 - 8
Ramos Pinto Collection 2007 - 8,5
Sogrape Reserva 2002 - 8,5
Tons de Duorum 2011 - 7
Vinha Grande 2008 - 8

Dão
Álvaro Castro 2004 - 8
Borges, Touriga Nacional 2004 - 8,5
Cabriz, Touriga Nacional 2010 - 5,5
Four C 2007 - 8,5
Paço dos Cunhas de Santar Nature 2010 - 8
Pedra Cancela, Selecção do Enólogo 2010 - 8
Pipas Reserva 1985 - 9
Pipas Reserva 1999 - 9
Porta dos Cavaleiros Reserva Seleccionada 1995 - 8
Porta dos Cavaleiros Reserva, Touriga Nacional 2007 - 8
Primavera Reserva 1983 - 8
Quinta da Ponte Pedrinha 2008 - 7,5
Quinta do Corujão 2011 - 8
Quinta dos Carvalhais, Alfrocheiro 2006 - 8,5
Sogrape Reserva 1985 - 8,5
Sogrape Reserva 2000 - 8

Bairrada
Casa de Saima 1997 - 8
Casa de Saima 2000 - 7,5
Caves São João Reserva 1985 - 7,5
Caves São João Reserva 1995 - 7,5
Encontro 1 2008 - 9
Encontro 2010 - 7,5
Follies, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon 2004 - 8
Frei João 1992 - 8
Frei João 1999 - 8
Império Reserva 2001 - 8
Luís Pato 2003 - 8
Marquês de Marialva Reserva 2006 - 8
Messias Garrafeira 1995 - 9
Messias Reserva 1997 - 8
Preto Branco Reserva 2009 - 8
Primavera Garrafeira 1995 - 7,5
Quinta da Rigodeira Reserva 2004 - 8
Quinta do Poço do Lobo 1990 - 8
Quinta do Poço do Lobo Reserva 1995 - 8,5
Quinta do Poço do Lobo Reserva 2007 - 8
Quinta do Poço do Lobo Reserva, Cabernet Sauvignon 2004 - 7,5
Sogrape Garrafeira 1999 - 8,5
Sogrape Reserva 1995 - 8
Termeão Pássaro Branco 2007 - 8
Vinha do Putto 2009 - 7,5

Tejo
Cabeça de Toiro Reserva 2008 - 7,5
Casa Cadaval, Cabernet Sauvignon 2004 - 7,5
Conde de Vimioso Reserva 2003 - 8
Fiúza Premium 2003 - 7,5
Guarda Rios 2007 - 7,5
Guarda Rios 2008 - 8
Herdade de Muge 2004 - 8
Quinta da Alorna Reserva, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon 2006 - 7,5
Quinta da Alorna Reserva, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon 2007 - 8

Lisboa
Grand’Arte, Touriga Nacional 2003 - 8
Monte Judeu, Aragonês 2004 - 8
Quinta das Cerejeiras Reserva 2003 - 8
Quinta de São Francisco 2005 - 5

Colares
Casal da Azenha 2010 - 8
Paulo da Silva Colecção Privada 1990 - 7,5

Península de Setúbal
Herdade da Comporta 2009 - 5
Periquita Reserva 2007 - 7,5
Pinheiro da Cruz - 7,5
Quinta da Invejosa Reserva 2007 - 7,5

Alentejo
Artefacto Colheita Seleccionada, Syrah 2010 - 8
Cartuxa Reserva 2005 - 8,5
Convento da Tomina 2011 - 8
Cortes de Cima 2008 - 7
Cortes de Cima, Aragonês 2005 - 8
Cortes de Cima, Syrah 2008 - 5
Esporão Reserva 1999 - 8
Esporão Reserva 2008 - 8,5
Esporão, Petit Verdot 2008 - 8,5
Foral de Évora 2009 - 6,5
Herdade do Perdigão Reserva 2004 - 8,5
Monte da Peceguina 2010 - 7,5
Poliphonia Reserva 2007 - 8
Quatro Castas Reserva 2002 - 9
Quatro Castas Reserva 2007 - 8
Quatro Castas 2010 - 8
Quinta da Terrugem 2006 - 8,5
Quinta do Carmo 2007 - 8
Reguengos Garrafeira dos Sócios 2002 - 8,5
Sogrape Reserva 2000 - 8
Tapada do Chaves Reserva 2002 - 8
Tapada do Chaves Vinhas Velhas Reserva 2002 - 8
Vila Santa Reserva 2008 - 8
Vinha de Saturno 2006 - 9
Vinha de Saturno 2007 - 9


Estrangeiros

Brancos
Château Doisy Daëne 2005 (França) - 8,5
Cono Sur Bicicleta, Sauvignon Blanc 2012 (Chile) - 7,5
Domaine Felix, Sauvignon 2010 (França) - 7,5
Domaine Laroche Les Vaudevey 2006 (França) - 10
Domaine Laroche, Saint Martin 2011 (França) - 8
Pascal Jolivet Les Caillottes 2001 (França) - 9
Pascal Jolivet, Clos du Roy 2012 (França) - 8,5
Villa Maria, Sauvignon Blanc 2012 (Nova Zelândia) - 8,5

Tintos
Marquise de La Tourette Delas 1999 (França) - 8,5